Análise Ambiental

Ambiente virtual da disciplina de Análise Ambiental — aulas, leituras, vídeos e recursos.

Análise Ambiental

Análise integrada do ambiente: sociedade-natureza, AIA, bacias hidrográficas, morfopedologia, geossistemas, indicadores de qualidade do solo, bioengenharia e legislação ambiental.

16 aulas Leituras Vídeos

Fundamentos conceituais, epistemológicos e metodológicos da Análise Ambiental na Geografia e áreas afins. Relação sociedade-natureza, questão ambiental contemporânea, degradação dos recursos naturais e planejamento ambiental. Abordagens sistêmicas e integradoras aplicadas ao estudo do ambiente: geossistema, ecodinâmica, ecogeografia, análise integrada da paisagem e planejamento territorial. Bacia hidrográfica como unidade de análise ambiental integrada, com ênfase nas relações entre relevo, solo, água, cobertura vegetal, uso da terra e processos de degradação. Avaliação de Impacto Ambiental: conceitos, etapas, diagnóstico, prognóstico, medidas mitigadoras, compensatórias e monitoramento. Indicadores ambientais e indicadores de qualidade do solo aplicados ao diagnóstico de áreas degradadas. Morfopedologia, fragilidade ambiental, vulnerabilidade, risco e recuperação ambiental. Princípios e aplicações da bioengenharia de água e solo em processos de estabilização, conservação e recuperação de áreas degradadas. Legislação ambiental, áreas de preservação permanente, licenciamento ambiental, PRAD e instrumentos de gestão ambiental. Elaboração de produtos técnicos: mapas, matrizes de indicadores, relatórios interpretativos, diagnósticos ambientais e propostas de intervenção.

Objetivo: Capacitar o(a) discente a compreender e aplicar os fundamentos teórico-metodológicos da Análise Ambiental, integrando componentes físico-bióticos e socioespaciais para o diagnóstico, interpretação e proposição de medidas de planejamento, gestão, conservação e recuperação ambiental, com ênfase em bacias hidrográficas, indicadores ambientais, qualidade do solo e bioengenharia de água e solo.

Sem. Data Assuntos Previstos Slides
1 10/08 Apresentação da disciplina. 1.1
2 17/08 Questão ambiental contemporânea; crise ambiental, degradação dos solos, escassez hídrica, mudanças no uso da terra; papel da Geografia na análise integrada. 1.1
3 24/08 Modernidade, Geografia e relação sociedade-natureza. Entrega do Estudo Orientado nº 1. 2.1
4 31/08 Abordagens ambientais da Geografia; Geografia socioambiental; ambiente, território, paisagem. Entrega do Estudo Orientado nº 2. 3.1
— 07/09 FERIADO — Independência do Brasil (não haverá aula). —
5 14/09 Conceitos e definições da análise ambiental (impacto, degradação, vulnerabilidade, fragilidade, risco, resiliência, recuperação, sustentabilidade). Entrega do Estudo Orientado nº 3. 4.1
6 21/09 Avaliação de Impacto Ambiental e planejamento ambiental; diagnóstico, prognóstico, medidas mitigadoras e compensatórias, monitoramento. Entrega do Estudo Orientado nº 4. 5.1
7 28/09 Fundamentos da análise ambiental integrada; meio físico, biótico e antrópico; escala; sistemas ambientais; ordenamento territorial. 6.1
8 05/10 Bacia hidrográfica como unidade de análise; rede de drenagem, áreas ripárias, conectividade hidrossedimentológica e uso da terra. 7.1
— 12/10 FERIADO — Nossa Senhora Aparecida (não haverá aula). —
9 19/10 Morfopedologia e processos relevo-solo-água; geossistemas, ecodinâmica e análise integrada da paisagem (Tricart, Bertrand); estabilidade, instabilidade, fragilidade potencial e emergente. Entrega do Estudo Orientado nº 5. 8.1
10 26/10 VIAGEM DE CAMPO — Diagnóstico ambiental aplicado: caracterização da área, identificação de processos de degradação, coleta de evidências e aplicação de indicadores em campo. —
— 02/11 FERIADO — Finados (não haverá aula). —
11 09/11 1ª AVALIAÇÃO TEÓRICA (prova escrita dissertativa, individual) — Aulas 1 a 9 + viagem de campo. 10.1
12 16/11 Indicadores ambientais e qualidade do solo: indicadores simples e compostos; MO, densidade, porosidade, infiltração, agregação, funcionalidade edáfica; diagnóstico e monitoramento de áreas degradadas. 11.1, 12.1
13 23/11 Diagnóstico de processos de degradação ambiental; erosão laminar, sulcos, ravinas, voçorocas, compactação, instabilidade de margens, assoreamento. 13.1
14 30/11 Bioengenharia de água e solo aplicada à recuperação ambiental; técnicas vegetativas e estruturais leves; paliçadas, biomantas, geotêxteis, retentores de sedimentos, revegetação. 14.1
15 07/12 Legislação ambiental, APPs, PRAD e instrumentos de gestão; PNMA, Código Florestal, licenciamento, recomposição vegetal. 15.1
16 14/12 2ª AVALIAÇÃO PRÁTICA — Apresentação dos trabalhos práticos e encerramento da disciplina (entrega do trabalho prático final). 16.1

Observações: (1) Aulas às segundas-feiras no turno da manhã. (2) Feriados nas segundas: 07/09 (Independência), 12/10 (N. Sra. Aparecida) e 02/11 (Finados) — sem atividade presencial. (3) Viagem de campo em 26/10 — atividade obrigatória, substitui a aula presencial da semana. (4) A coluna Slides indica o material disponível por encontro; os arquivos serão publicados progressivamente nesta página.

Metodologia: Aulas presenciais com exposição dialogada, problematização orientada, discussão de textos selecionados e análise de situações-problema. Materiais complementares disponibilizados em formato digital (PDF, vídeos, podcasts, documentos técnicos). Atividades práticas de caráter aplicado e investigativo: estudos de caso, leitura integrada do ambiente, análise de bacias hidrográficas, interpretação de mapas e imagens, construção de matrizes de indicadores e proposição de medidas de conservação e recuperação. Estratégias de aprendizagem ativa: estudos dirigidos, oficinas, análise de casos, dinâmicas de tomada de decisão e serious games. Ferramentas computacionais e digitais para organização de dados, análise espacial e construção colaborativa de produtos técnicos.

Avaliação (3 instrumentos):

Instrumento Tipo Descrição
Estudos Orientados (5) Individual Fichamentos: PORTO-GONÇALVES (sem. 3), MENDONÇA (sem. 4), SÁNCHEZ (sem. 5) e BERTRAND (sem. 9); análise de um EIA/RIMA público (sem. 6)
Avaliação Teórica Individual Prova escrita dissertativa presencial (Sem. 11), abrangendo fundamentos conceituais e metodológicos das aulas 1 a 9 e da viagem de campo
Trabalho Prático Final Individual/Grupo Diagnóstico ambiental aplicado: caracterização da área, identificação de degradação, matriz de indicadores, análise interpretativa e proposta preliminar de recuperação/gestão. Entrega na Sem. 16

Sem. 1 | 1.1 — Apresentação da Disciplina

Apresentação da disciplina: objetivos, metodologia, avaliação e cronograma.

Sem. 2 | 1.1 — Questão Ambiental Contemporânea

Crise ambiental, degradação dos solos, escassez hídrica, mudanças no uso da terra e papel da Geografia na análise integrada.

Sem. 3 | 2.1 — Modernidade, Geografia e Sociedade-Natureza

Formação histórica da questão ambiental; natureza como construção social; apropriação dos recursos; conflitos socioambientais.

Sem. 4 | 3.1 — Abordagens Ambientais da Geografia

Geografia socioambiental; ambiente, território e paisagem; interdisciplinaridade e análise integrada.

Sem. 5 | 4.1 — Conceitos e Definições da Análise Ambiental

Impacto, degradação, vulnerabilidade, fragilidade, risco, resiliência, recuperação e sustentabilidade.

Sem. 6 | 5.1 — AIA e Planejamento Ambiental

Diagnóstico, prognóstico, identificação de impactos, medidas mitigadoras/compensatórias e monitoramento.

Sem. 7 | 6.1 — Fundamentos da Análise Ambiental Integrada

Meio físico, biótico e antrópico; escala; sistemas ambientais; dinâmica geoambiental; ordenamento territorial.

Sem. 8 | 7.1 — Bacia Hidrográfica como Unidade de Análise

Microbacias, rede de drenagem, áreas ripárias, conectividade hidrossedimentológica, erosão e uso da terra.

Sem. 9 | 8.1 — Morfopedologia, Geossistemas e Ecodinâmica

Relações relevo-solo-água; TGS e geossistema (Bertrand); ecodinâmica (Tricart); fragilidade potencial e emergente (Ross).

Sem. 10 | Viagem de Campo — Diagnóstico Ambiental Aplicado

Caracterização da área, identificação de degradação, coleta de evidências e aplicação de indicadores em campo.

Sem. 11 | 10.1 — 1ª Avaliação Teórica (Prova Dissertativa)

Eixos avaliados: questão ambiental, sociedade-natureza, AIA, bacias, morfopedologia, geossistemas e fragilidade.

Sem. 12 | 11.1–12.1 — Indicadores Ambientais e Qualidade do Solo

Indicadores físicos, químicos e biológicos; MO, densidade, porosidade, infiltração, agregação e funcionalidade edáfica.

Sem. 13 | 13.1 — Diagnóstico de Processos de Degradação

Erosão laminar, sulcos, ravinas, voçorocas, compactação, instabilidade de margens e áreas ripárias.

Sem. 14 | 14.1 — Bioengenharia de Água e Solo

Técnicas vegetativas e estruturais leves; paliçadas, biomantas, geotêxteis, retentores de sedimentos e revegetação.

Sem. 15 | 15.1 — Legislação Ambiental, APPs e PRAD

PNMA, Código Florestal, APPs, licenciamento, recomposição vegetal e responsabilidade ambiental.

Sem. 16 | 16.1 — Apresentação dos Trabalhos Finais

Socialização dos diagnósticos; discussão dos indicadores; análise das propostas de intervenção e encerramento.

Porto-Gonçalves, C. W. (2004)

PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A natureza da globalização e a globalização da natureza. In: O desafio ambiental. Organização de Emir Sader. Rio de Janeiro: Record, 2004. Parte I, p. 13-75. (Os porquês da desordem mundial: mestres explicam a globalização). — Recorte do Estudo Orientado nº 1: itens 1-3 (p. 13-27) e item 8 (p. 65-72).

Mendonça, F. (2001)

MENDONÇA, Francisco. Geografia socioambiental. Terra Livre, São Paulo, v. 1, n. 16, p. 113-132, 2001. — Leitura do Estudo Orientado nº 2. PDF em acesso aberto via AGB.

Leff, E. (2001)

LEFF, Enrique. Interdisciplinaridade, ambiente e desenvolvimento sustentável. In: Epistemologia ambiental. São Paulo: Cortez, 2001. cap. 2. — Leitura complementar da Aula 3.1 (não é Estudo Orientado): ler apenas o cap. 2, que aprofunda a interdisciplinaridade e o diálogo de saberes.

Sánchez, L. E. (2013)

SÁNCHEZ, Luis Enrique. Conceitos e definições. In: Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2013. cap. 1. — Leitura do Estudo Orientado nº 3: apenas o capítulo Conceitos e definições. O capítulo Identificação de impactos é a leitura da Aula 5.1.

CETESB — Manual para Elaboração de Estudos Ambientais

Guia técnico gratuito com roteiro de AIA, EIA-RIMA, diagnóstico e medidas mitigadoras. — Roteiro de apoio ao Estudo Orientado nº 4 (Aula 5.1); material complementar a Sánchez (2013).

Tricart, J. (1977)

Ecodinâmica — Rio de Janeiro: IBGE-SUPREN, 97 p..

Bertrand, G. (2004)

BERTRAND, Georges. Paisagem e geografia física global: esboço metodológico. RA'E GA, v. 8, p. 141-152, 2004 (original de 1968). — Texto seminal sobre geossistema. — Leitura do Estudo Orientado nº 5 (Aula 8.1, sem. 9). PDF em acesso aberto via RA'E GA/UFPR.

Ross, J. L. S. (1994)

Análise empírica da fragilidade dos ambientes naturais e antropizados — Revista do Departamento de Geografia, v. 8. DOI com PDF.

Lambin et al. (2001)

LAMBIN, E. F. et al. The causes of land-use and land-cover change: moving beyond the myths. Global Environmental Change, v. 11, n. 4, p. 261-269, 2001. — Leitura 1/5 da Aula 1.1: o raciocínio de que a mudança de cobertura não é, por si só, o impacto.

Souza Jr. et al. (2020)

SOUZA JR., C. M. et al. Reconstructing three decades of land use and land cover changes in Brazilian biomes with Landsat archive and Earth Engine. Remote Sensing, v. 12, n. 17, p. 2735, 2020. — Leitura 2/5 da Aula 1.1: a metodologia do MapBiomas, base da análise de uso atual e mudança no tempo no Brasil.

Foley et al. (2005)

FOLEY, J. A. et al. Global consequences of land use. Science, v. 309, n. 5734, p. 570-574, 2005. — Leitura 3/5 da Aula 1.1: da mudança de uso aos processos e fluxos ambientais.

Lambin, Geist & Lepers (2003)

LAMBIN, E. F.; GEIST, H. J.; LEPERS, E. Dynamics of land-use and land-cover change in tropical regions. Annual Review of Environment and Resources, v. 28, p. 205-241, 2003. — Leitura 4/5 da Aula 1.1: aprofundamento sobre dinâmica em regiões tropicais.

Turner, Lambin & Reenberg (2007)

TURNER, B. L.; LAMBIN, E. F.; REENBERG, A. The emergence of land change science for global environmental change and sustainability. PNAS, v. 104, n. 52, p. 20666-20671, 2007. — Leitura 5/5 da Aula 1.1: o quadro geral da ciência da mudança da terra.

Tauk-Tornisielo, S. M. (1996)

TAUK-TORNISIELO, S. M. (org.). Análise ambiental: uma visão multidisciplinar. 2. ed. São Paulo: Editora UNESP, 1996. — Leitura da Aula 6.1: articulação entre meio físico, biótico e antrópico.

Castro, I. E. de (1995)

CASTRO, I. E. de. O problema da escala. In: CASTRO, I. E. de; GOMES, P. C. da C.; CORRÊA, R. L. (org.). Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995. — Leitura da Aula 6.1: escala espacial e temporal na análise ambiental.

Durlo & Sutili (2014)

DURLO, Miguel Antão; SUTILI, Fabrício Jaques. Bioengenharia: manejo biotécnico de cursos de água. 3. ed. Santa Maria: Edição do Autor, 2014. 192 p. — Leitura da Aula 14.1: técnicas vegetativas e estruturais leves, estabilização de margens e taludes.

Embrapa Solos (2017)

Solos saudáveis — Portal Embrapa Solos. Publicações técnicas sobre qualidade do solo e indicadores edáficos.

Envie pelo e-mail do professor com o assunto “Sugestão de leitura — Análise Ambiental”.

Videoaulas e materiais audiovisuais selecionados para acompanhar os blocos conceituais, metodológicos e aplicados da disciplina. A sequência abaixo articula crise ambiental, sociedade-natureza, AIA, bacia hidrográfica, morfopedologia, geossistemas, indicadores de qualidade do solo, degradação, bioengenharia e legislação ambiental.

Bloco I — Fundamentos e Questão Ambiental

Bloco II — Conceitos, AIA e Análise Integrada

Bloco III — Bacia Hidrográfica, Morfopedologia e Geossistemas

Bloco IV — Indicadores, Qualidade do Solo e Degradação

Bloco V — Bioengenharia e Legislação Ambiental

Canais e Playlists recomendados

Envie pelo e-mail do professor com o assunto “Sugestão de vídeo — Análise Ambiental”.

Referências da disciplina (conforme plano oficial):

  • ARRUDA, A. G. F. “Planejamento territorial” e “ordenamento territorial”: uma busca da compreensão usual e epistemológica na gestão do território. Akrópolis, Umuarama, v. 21, n. 2, p. 125-132, jul./dez. 2013.
  • BERTALANFFY, L. von. Teoria geral dos sistemas: fundamentos, desenvolvimento e aplicações. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
  • BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. São Paulo: Ícone, 2012.
  • BERTRAND, G. Paisagem e geografia física global: esboço metodológico. RA’E GA, Curitiba, n. 8, p. 141-152, 2004. DOI: 10.5380/raega.v8i0.3389.
  • BOTELHO, R. G. M.; SILVA, A. S. Bacia hidrográfica e qualidade ambiental. In: VITTE, A. C.; GUERRA, A. J. T. (org.). Reflexões sobre a geografia física no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004.
  • BRASIL. Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. Política Nacional do Meio Ambiente. Brasília, DF: Presidência da República, 1981.
  • BRASIL. Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012. Código Florestal Brasileiro. Brasília, DF: Presidência da República, 2012.
  • BRASIL. Resolução CONAMA nº 429, de 28 de fevereiro de 2011. Metodologia de recuperação das Áreas de Preservação Permanente. Brasília, DF: CONAMA, 2011.
  • BRASIL/IBAMA. Instrução Normativa nº 4, de 13 de abril de 2011. Procedimentos para elaboração de Projeto de Recuperação de Área Degradada (PRAD). Brasília, DF: IBAMA, 2011.
  • BRASIL/MMA. Procedimentos de licenciamento ambiental do Brasil. Brasília, DF: MMA, 2016.
  • CASSETI, V. Geomorfologia. Goiânia: UFG, 2007.
  • CASTRO, C. M.; LEMOS, C. C. Planejamento ambiental. Rio de Janeiro: Fundação Cecierj, 2016.
  • CAVALCANTI, A. P. B. Métodos e técnicas da análise ambiental: guia para estudos do meio ambiente. Teresina: UFPI/CCHL/DGH, 2006.
  • CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia fluvial. São Paulo: Edgard Blücher, 1981.
  • DORAN, J. W.; PARKIN, T. B. Defining and assessing soil quality. In: DORAN, J. W. et al. Defining soil quality for a sustainable environment. Madison: SSSA, 1994. p. 3-21. DOI: 10.2136/sssaspecpub35.c1.
  • DREW, D. Processos interativos homem-meio ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1989.
  • DURLO, M. A.; SUTILI, F. J. Bioengenharia: manejo biotécnico de cursos de água. 3. ed. Santa Maria: Edição do Autor, 2014. 192 p.
  • FIDALGO, E. C. C. Critérios para a análise de métodos e indicadores ambientais usados na etapa de diagnóstico de planejamentos ambientais. 2003. 239 f. Tese (Doutorado em Engenharia Agrícola) — FEAGRI/UNICAMP, Campinas, 2003.
  • GRAY, D. H.; SOTIR, R. B. Biotechnical and soil bioengineering slope stabilization: a practical guide for erosion control. New York: John Wiley & Sons, 1996.
  • GUERRA, A. J. T. Geomorfologia e planejamento ambiental: conceitos e aplicações. Revista de Geografia, Recife, v. 35, n. 4, p. 1-23, 2018.
  • GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. (org.). Geomorfologia e meio ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996.
  • GUERRA, A. J. T.; SILVA, A. S.; BOTELHO, R. G. M. (org.). Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.
  • IBGE. Análise ambiental e gestão do território: contribuições teórico-metodológicas. Rio de Janeiro: IBGE, 2018.
  • KARLEN, D. L. et al. Soil quality: a concept, definition, and framework for evaluation. Soil Science Society of America Journal, v. 61, n. 1, p. 4-10, 1997. DOI: 10.2136/sssaj1997.03615995006100010001x.
  • LEFF, E. Epistemologia ambiental. São Paulo: Cortez, 2001.
  • MENDONÇA, F. Geografia socioambiental. Terra Livre, São Paulo, v. 1, n. 16, p. 113-132, 2001. DOI: 10.62516/terra_livre.2001.352.
  • OECD. Environmental indicators: development, measurement and use. Paris: OECD, 2003.
  • PORTO-GONÇALVES, C. W. A natureza da globalização e a globalização da natureza. In: O desafio ambiental. Org. Emir Sader. Rio de Janeiro: Record, 2004. Parte I, p. 13-75. (Os porquês da desordem mundial).
  • PORTO-GONÇALVES, C. W. Os (des)caminhos do meio ambiente. 14. ed. São Paulo: Contexto, 2006.
  • RODRIGUEZ, J. M. M.; SILVA, E. V.; CAVALCANTI, A. P. B. Geoecologia das paisagens: uma visão geossistêmica da análise ambiental. 5. ed. Fortaleza: Edições UFC, 2017.
  • ROSS, J. L. S. Análise empírica da fragilidade dos ambientes naturais e antropizados. Revista do Departamento de Geografia, São Paulo, n. 8, p. 63-74, 1994. DOI: 10.7154/RDG.1994.0008.0006.
  • ROSS, J. L. S. Ecogeografia do Brasil: subsídios para planejamento ambiental. São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
  • SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2013.
  • SCHIECHTL, H. M.; STERN, R. Water bioengineering techniques for watercourse bank and shoreline protection. Oxford: Blackwell Science, 1996.
  • TAUK-TORNISIELO, S. M. Análise ambiental: uma visão multidisciplinar. 2. ed. São Paulo: Editora UNESP, 1996.
  • TRICART, J. Ecodinâmica. Rio de Janeiro: Diretoria Técnica da SUPREN/IBGE, 1977.
  • VEZZANI, F. M.; MIELNICZUK, J. Uma visão sobre qualidade do solo. Revista Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa, v. 33, n. 4, p. 743-755, 2009. DOI: 10.1590/S0100-06832009000400001.
  • CASTRO, I. E. de. O problema da escala. In: CASTRO, I. E. de; GOMES, P. C. da C.; CORRÊA, R. L. (org.). Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995.
  • CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de sistemas ambientais. São Paulo: Edgard Blücher, 1999.

Curadoria de videoaulas em construção.