Projeto Prático I

Estudo de caso em geotêxteis
Curso de Geotêxteis

Luiz Diego Vidal Santos

Slide 1 imagem 1

Slide 1 imagem 2

  • Eficiência geotécnica de geotêxteis do tipo geocomposto confeccionados a partir de fibras naturais
  • Prof. Dr. Luiz Diego Vidal Santos Estágio Pós - Doutoral

Propositura da pesquisa (Hipóteses)

  • HIPÓTESES
  • O geotêxtil do tipo geocomposto fabricado com fibras naturais de Boehmeria nivea (L.) Gaud. e Typha domingensis é eficaz no controle da erosão em encostas;
  • A aplicação de tratamentos químicos nas fibras de Boehmeria nivea (L.) Gaud. e Typha domingensis aumenta a durabilidade dos geocompostos em condições de campo;
  • A aplicação de tratamentos químicos nas fibras de Boehmeria nivea (L.) Gaud. e Typha domingensis aumenta a resistência dos geocompostos em condições de campo.

Objetivo Geral

Slide 3 imagem 1

Slide 3 imagem 2

Slide 3 imagem 3

  • OBJETIVO
  • Avaliar a eficiência geotécnica de um geotêxtil do tipo geocompósito, fabricado a partir de fibras naturais de Boehmeria nivea (L.) Gaud. e Typha domingensis, no controle de erosão em encostas e taludes.

Coleta e processamento das plantas

  • METODOLOGIA
  • Coleta da Taboa (Typha domingensis) junto às comunidades locais;
  • O Rami (Boehmeria nivea (L.) Gaud.) está sendo cultivado no Campus Universitário da Universidade Federal de Sergipe - UFS
  • Registro no SisGen sob o código A2B3842;

Confecção do Geocomposto - Núcleo drenante (fibras e folhas)

  • O tratamento das fibras que comporão o geocomposto está sendo conduzido em quatro etapas principais:
  • Corte das folhas;
  • Enfeixamento;
  • Desfibramento
  • Secagem
  • METODOLOGIA

Confecção do Núcleo hidrorretentor

Slide 6 imagem 1

Slide 6 imagem 2

Slide 6 imagem 3

Slide 6 imagem 4

  • METODOLOGIA
  • O tratamento dos subprodutos compõe o núcleo drenante está sendo conduzido em quatro etapas principais:
  • Corte das folhas;
  • Secagem;
  • Aplicação de resina, solvente e
  • agente espessante;
  • Prensagem.
  • a)
  • b)
  • c)
  • d)
  • d)

Confecção do Núcleo drenante - (Mistura e Prensagem)

Slide 7 imagem 1

Slide 7 imagem 2

  • METODOLOGIA
  • A resina foi aplicada antes do processo de prensagem do núcleo (24h);
  • Corpos de prova com 40cm x 40cm x 05mm;
  • A proporção para composição do núcleo é de 5:4:3

Confecção do Geocomposto - Geogrid

  • Os geogrids são formados por fibras de Rami (corda de 5,44 Tex), neste caso a confecção da fibra está sendo conduzida em quatro etapas principais:
  • Corte dos caules;
  • Decorticação;
  • Confecção dos fios e grids;
  • METODOLOGIA
  • Prevê-se que a finura, tenacidade e extensão na ruptura das fibras de Taboa após refinamento, e com potencial aplicabilidade em geotêxteis, serão de 3,5 mm (5,44 Tex)

Confecção do Geocomposto - Montagem

Slide 9 imagem 1

Slide 9 imagem 2

  • METODOLOGIA
  • A amarração está sendo confeccionada com dois Geogrids de amarração confeccionados a partir das fibras de Rami

Slide 10 imagem 1

Slide 10 imagem 2

  • Ensaio de Degradação (EM 12224:2001)

Remontagem da câmara de degradação (envelhecimento) precoce

Slide 11 imagem 1
  • A câmara foi totalmente refeita (a e b), considerando os padrões iniciais e acrescimento de luzes UVB e demais componentes para melhoria do dispositivo (c).
  • c)
  • RESULTADOS PARCIAIS

Umidade ≈ 60%

Slide 12 imagem 1

Slide 12 imagem 2

Slide 12 imagem 3

  • A câmara de degradação forçada considera os padrões iniciais e acrescimento e luzes UVA e UVB assim como demais componentes para mimetização do ambiente natural, tais como:
  • Temperatura ≈ 40 Cº
  • ENSAIO DEGRADAÇÃO FORÇADA

Dados de irradiância da Câmara:

Slide 13 imagem 1
  • Dados espectrométricos refletem a similaridade com a luz natural, onde:
  • ENSAIO DEGRADAÇÃO FORÇADA
  • VIS (450 e 700 nm) = 937,437.00
  • UVA (315 - 400 nm) = 6,214.70
  • UVB (280 - 315 nm) = 2,281.72
  • Dados Típicos da Luz Solar:
  • VIS (450 e 700 nm) = 50% da energia total.
  • UVA (315 - 400 nm) = 5% da energia total
  • UVB (280 - 315 nm) = < 1% da energia total

Composto por ciclos

Slide 14 imagem 1

Slide 14 imagem 2

Slide 14 imagem 3

  • EN 12224:2001 - Geotêxteis e produtos relacionados a geotêxteis Determinação da resistência ao intemperismo
  • ENSAIO DEGRADAÇÃO FORÇADA
  • Cada ciclo é composto por 6 horas
    1. 15 min de imersão a água (substituindo spray) após isso, aguardar escorrer o excesso de água;
    1. 1h de aquecimento na estufa à 105 Cº;
    1. Retorno a câmara por 4h e 45 min.
  • b)
  • c)
  • a)

Ciclos:

Slide 15 imagem 1

Slide 15 imagem 2

Slide 15 imagem 3

  • EN 12224:2001 - Geotêxteis e produtos relacionados a geotêxteis Determinação da resistência ao intemperismo
  • ENSAIO DEGRADAÇÃO FORÇADA
  • Os times estão programados para desligar a cada 6 horas, sendo:
  • 5h, 11h, 17h e 23h.
    1. Sempre observar o nível da água da bandeja na gaveta;
    1. Lembrar de desligar por segurança o disjuntor (b);
    1. atenção no contato com a resistência.
  • c)
  • b)
  • a)

Estresse térmico

Slide 16 imagem 1

  • Ciclos de 96h horas:
  • Sendo:
  • 48 horas de encharcamento em água destilada;
  • 48 horas em secagem forçada a 50º.
  • ENSAIO DEGRADAÇÃO FORÇADA
  • Formulações analisadas:
  • Coeficiente de absorção de água;
  • Expansão dimensional;
  • Variação dimensional total.
  • Delineamento experimento
  • Núcleo completo (N1) = (fibras resíduos e aditivos);
  • Sem solvente (N2) = (Núcleo com resina sem solvente);
  • Apenas resíduo vegetal (N3) = (Núcleo somente com folhas e aditivos);

Slide 17 imagem 1

Slide 17 imagem 2

Slide 17 imagem 3

  • RESULTADOS PARCIAIS
  • N1: Núcleo completo
  • N2: Sem solvente
  • N3: Apenas resíduo vegetal

Slide 18 imagem 1

Slide 18 imagem 2

  • Bioensaios utilizando rúcula (Eruca vesicaria ssp.)

Delineamento experimento

  • Avaliar o desempenho de núcleos hidrorretentores em geocompostos confeccionados a partir fibras naturais de Taboa (Typha domingensis), como componente estrutural em biotêxteis do tipo geocomposto.
  • ENSAIO DE GERMINAÇÃO
  • Extratos a partir de quatro diferentes formulações e controle:
  • Núcleo completo (N1) = (fibras e aditivos);
  • Sem resina (N2) = (Núcleo sem aditivos);
  • Apenas resíduo vegetal (N3) = (Núcleo somente com folhas e aditivos);
  • Formulação de resíduo-fibra (N4) = (Núcleo com fibras e aditivos);
  • Controle.

Efeito dos extratos sobre a geminação

  • Avaliar o desempenho de núcleos hidrorretentores em geocompostos confeccionados a partir fibras naturais de Taboa (Typha domingensis), como componente estrutural em geotêxteis do tipo geocomposto.
  • 1º Ensaio de germinação
  • 500 sementes, selecionadas ao acaso e distribuídas em dez papeis germintest cada um contendo 50 sementes cada;
  • 100 sementes selecionadas ao acaso e distribuídas em cinco gerbox cada um contendo 20 sementes cada.

Variáveis analisadas:

  • Avaliar o desempenho de núcleos hidrorretentores em geocompostos confeccionados a partir fibras naturais de Taboa (Typha domingensis), como componente estrutural em geotêxteis do tipo geocomposto.
  • 1º Ensaio de germinação
  • Porcentagem de germinação (G%);
  • Índice de Velocidade de Germinação (IVG);
  • Tempo Médio de Germinação (TMG);
  • Porcentagem de inibição (%inibição) e
  • Dependência do substrato (%).

Teste de germinação

Slide 22 imagem 1

Slide 22 imagem 2

  • RESULTADOS PARCIAIS
  • Tabela 1. Análise de variância, os valores de Porcentagem de germinação (G%), Índice de velocidade de germinação (IVG) e Tempo médio de germinação (TMG), de semente de rúcula, cultivadas em diferentes extratos resultantes de núcleos drenantes e amostra controle

Slide 23 imagem 1

Slide 23 imagem 2

Slide 23 imagem 3

  • RESULTADOS PARCIAIS
  • Tabela 2. A análise de variância, dos valores de Comprimento médio dos hipocótilos (mm) e longitude média das radículas (mm) de rúcula, cultivadas em diferentes extratos resultantes de núcleos drenantes e amostra controle.

Slide 24 imagem 1

Slide 24 imagem 2

  • Próximos trabalhos - 2025

Slide 25 imagem 1

Slide 25 imagem 2

  • Desempenho de Geocélulas naturais no Controle de Erosão e Redução do Escoamento Superficial: Análise de Espécies vegetais Autóctones de Ambientes Costeiros

Propositura da pesquisa (Hipóteses)

Slide 26 imagem 1

Slide 26 imagem 2

  • HIPÓTESES
  • Geocélulas confeccionadas com fibras de Sisal são eficientes no controle da Erosao do solo;
  • Geocélulas confeccionadas com fibras de Ipomea pescaprae são eficientes na melhoria da drenagem em áreas susceptíveis a erosão.

Slide 27 imagem 1

Slide 27 imagem 2

Slide 27 imagem 3

  • OBJETIVO
  • Avaliar a eficiência das geocélulas confeccionadas com fibras vegetais de Sisal, para o controle da erosão em ambientes suscetíveis a processos erosivos.

Propositura do experimento

Slide 28 imagem 1

Slide 28 imagem 2

  • METODOLOGIA
  • Espera-se que a configuração das geocélulas com bolsos em formato de losango aumente a capacidade de confinamento do solo, reduza a velocidade do escoamento superficial da água da chuva e promova uma maior retenção de sedimentos, além de melhorar a infiltração de água no solo.

Confecção das geocélulas

  • METODOLOGIA
  • Utilizando um tear artesanal de 120 cm x 120 cm;
  • Cada bolso será confeccionado com em uma forma de 28 cm2.

Confecção

  • RESULTADOS PARCIAIS
  • Formas confeccionadas a partir de metalon, total de 76 formas;
  • Cada bolso confeccionado com área de 28 cm2.

Slide 31 imagem 1

Slide 31 imagem 2

  • Desenvolvimento de drenos verdes tipo “espinha de peixe” com associação de geotubos e feixes vivos para controle da erosão do solo ”

Propositura da pesquisa (Hipóteses)

Slide 32 imagem 1

  • HIPÓTESES
  • O sistema de drenos verdes tipo “espinha de peixe”, com a associação de geotubos e feixes vivos, é eficaz no controle da erosão do solo em encostas.
  • Drenos verdes tipo “espinha de peixe” com geotubos e feixes vivos são eficientes na drenagem superficial do solo.

Slide 33 imagem 1

Slide 33 imagem 2

  • OBJETIVO
  • Desenvolver um Dispositivo Vivo de Drenagem utilizando fibras naturais de Boehmeria nivea (Rami) e Musa paradisiaca (Bananeira) associadas a feixes vegetativos vivos, para estabilização de encostas e prevenção de erosão em áreas suscetíveis a processos erosivos.

Slide 34 imagem 1

Slide 34 imagem 2

Slide 34 imagem 3

  • OBJETIVO
  • Estrutura do dreno vivo, tipo “espinha de peixe”;
  • Similar ao Geotubo do tipo dreno
  • Fonte: Terra Erosion Control (2010)

Slide 35 imagem 1

Slide 35 imagem 2

  • Caracterização das Propriedades Mecânicas, Térmicas e Morfológicas de Fibras Naturais de Musa paradisiaca (Bananeira), Ananas comosus (Abacaxi), Typha domingensis (Taboa), Boehmeria nivea (Rami) e Bromelia balansae (Gravatá) para Aplicações em Geotêxteis Sustentáveis

Slide 36 imagem 1

Slide 36 imagem 2

  • OBJETIVO
  • Analisar as propriedades mecânicas, térmicas, químicas e morfológicas das fibras naturais de Musa paradisiaca (bananeira), Ananas comosus (abacaxi), Typha domingensis (taboa), Boehmeria nivea (rami) e Bromelia balansae (gravatá), visando seu uso como componentes na confecção de geotêxteis, com potencial aplicações em sistemas de controle de erosão de solos.

Coleta das plantas

  • METODOLOGIA
  • Acoleta e processamento das Plantas de Taboa (Typha domingensis) junto às comunidades locais e Rami (Boehmeria nivea (L.) Gaud.), seguem os anteriores;
  • As plantas de abacaxi estão sendo cultivada no Campus Universitário da Universidade Federal de Sergipe - UFS

Slide 38 imagem 1
  • METODOLOGIA
  • As plantas de Gravatá estão sendo extraídas em ambientes de brotação natural.
  • As bananeiras estão sendo cultivado no Campus Rural da Universidade Federal de Sergipe - UFS
  • d)

Processamento das plantas (Bananeira)

  • METODOLOGIA
  • O processamento das fibras das bananeiras ocorre está em cinco etapas principais:
  • Corte do pseudocaule;
  • Separação das bainhas;

  • METODOLOGIA
  • Separação da epiderme, colênquima e parênquima;
  • Desfibramento e
  • Secagem.

Processamento das plantas (Abacaxi e Gravatá)

  • METODOLOGIA
  • O processamento das fibras das bananeiras ocorre está em quatro etapas principais:
  • Corte da folhas;
  • Desfibramento (ou branqueamento)
  • Secagem.
  • a)

Montagem dos gabaritos para ensaios de fibras

Slide 42 imagem 1
  • RESULTADOS PARCIAIS
  • Separação das fibras;
  • Tratamento das fibras;
  • Montagem do gabarito para ensaios mecânicos.
  • c) # {background-color=“#2135A6”}

Obrigado!

UEFS - Geotêxteis